domingo, junho 03, 2007

Estive em Toledo...

...e vi isto tudo.

Toledo y el Tajo

Catedral de Toledo

Coro de la catedral de Toledo

Transparente de la catedral de Toledo

Tejados

Recuerdos de Toledo

Ceramica

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sexta-feira, maio 25, 2007

O pior caixeiro de Madrid

Fuencarral

Sem palavras...

Saúde!

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segunda-feira, maio 21, 2007

Callao & Gran Via

Madrid: Metro Callao

Madrid: Callao & Gran Vía

Seguimos com as despedidas anticipadas...

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quinta-feira, maio 17, 2007

Calle de Alcalá & Sevilla

terça-feira, maio 15, 2007

Perdição

Madrid: Fnac Callao

Centro de gravedad permanente....

(esta entrada e a sua foto estão dedicadas ao meu amigo José).

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sábado, abril 14, 2007

Volta ao paganismo (sem deixar a Galiza)




[Fotos da Serra da Capelada (1) e Santo André de Teixido, A Corunha (2, 3 e 4). ]

Existem lugares que impressionam e estremecem o espírito. A sua beleza arrepia e induz ponderações sobre a importância real do ser humano e os verdadeiros limites do seu poder. O homem converteu esses lugares em sagrados desde tempos imemoriais, vinculando-os a cultos, celebrações ou monumentos. O cristianismo tratou de fazê-los "respeitáveis" adaptando-os à sua doutrina e enfeitando-os com a sua iconografia e a sua nomenclatura, mas só conseguiu pôr sobre eles um véu transparente que não evidencia mais que o seu fracasso. A pouco que os observemos em detalhe, o seu paganismo segue a se notar com estrondo.

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sexta-feira, abril 13, 2007

Espaço

quinta-feira, abril 12, 2007

Instantâneas de Cáceres (2)




Mais uma vez, retrasámos o ritmo de entradas por culpa de certas dificuldades técnicas, as férias e rações perssoais irrelevantes para vocês. Trataremos de voltar à normalidade. Estes dias haverá sobre tudo muitas fotos, de viagens e coisas, para celebrar que vamos dominando a nova càmara. Esperamos que gosteis delas.

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quinta-feira, março 29, 2007

Instantâneas de Cáceres (1)

quinta-feira, março 01, 2007

Adeus, Madrid, adeus

Este será o meu último curso em Madrid e, de algum jeito, a despedida começou já. Assim que decidi usar o tempo livre para realizar visitas a sítios que até o de agora tinha deixado "aparcados". Comprei uma guia da cidade e hei-de fazer fotografias de todos esses lugares. Aqui quedará constância de tudo.





Post-scriptum: aceito sugerências, petições e rogos. Algum lugar que quereis ver retratado?

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quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Instantâneas de Ávila (3, poesia em Ávila)

Estátua de São João da Cruz.
Busto de Rubén Darío.

Encantam-me as cidades que dedicam monumentos à poesia.


"Buscando mis amores
yré por esos montes y riberas;
ni cogeré las flores,
ni temeré las fieras,
y passaré los fuertes y fronteras."
(Cántico, de S. Juan de la Cruz)

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domingo, fevereiro 18, 2007

Object trouveé (15, visto em Ávila)

sábado, fevereiro 17, 2007

Instantâneas de Ávila (2, ornitologia em Ávila)

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Instantâneas de Ávila (1)

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Object trouvée (14, visto em Zurique)

Sinal ferroviário.
No cemitério de Zurique.

No cemitério de Zurique.

Depois de dez dias, acabou a nossa viagem e voltámos à Galiza. Deixamo-la em chamas; achámo-la assolada, convertida em um país de cinzas. No aeroporto de Lavacolla, no momento da partida, os turistas tiravam fotos dum incêndio vizinho desde a porta de embarque como se fosse um espectáculo turístico. Lembro que os amaldiçoei pela sua estupidez.

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quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Object trouvée (13, visto em Zurique)

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Instantâneas de Zurique (3, O Cabaret Voltaire)




A nossa grande ilusão em
Zurique era visitar o lugar onde se celebravam as sessões do Cabaret Voltaire dos dadaístas. O edifício encontra-se em plena Niederdorf-Strasse, esquina com a Spiegel-Gasse (a antiga entrada devia estar nesta rua, já que sempre se indica o lugar como Spiegel-Gasse 1). O local é agora uma vulgar loja, ainda que uma placa, um cartaz e a pegada da mão duma criança impressa na fachada celebram o seu antigo ser. Dizem que funciona como museu Dadá, mas não havia sinais disso, pelo que resulta algo decepcionante e um deve esforçar-se por lembrar o que significaram o dadaísmo e o Cabaret Voltaire entre tanto turista que ignora o lugar enquanto passa sem deter-se pela que hoje é uma das ruas mais comerciais do centro histórico de Zurique. Um pouco mais arriba pela Spiegel-Gasse (no número 12) viveu Lenine, mas não nos interessou buscar a casa.

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segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Y el mundo rula y al final... se muerde la cola

Bem, pois já estamos de novo em activo. Da zona leste à zona oeste; de Torres de la Alameda a Collado-Villalba. Terceiro destino desde outubro e cada vez um pouco mais farto. Maldita vida errante baixo patrocínio da Comunidad de Madrid!

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Instantâneas de Zurique (2)


Centro Le Corbusier (presentemente Fundação Heidy Weber).

Como todas as aspirantes a mega-urbes, Zurique presume de arquitectura. Não padece obsessão pelos arranha-céus pretensiosos, mas na cidade existem vários exemplares arquitectónicos que vão do grandiloquente/megalómano à modernidade funcional mais raivosa. A sede da FIFA, o centro Le Corbusier ou a estação de suburbano desenhada por Calatrava contrastam com obras monumentais mais velhas como a estação central dos caminhos-de-ferro.

O ritmo da cidade em inverno deve ser infernal e com umas condições climatológicas mais duras de suportar do que aquelas que nós encontrámos. Zurique aparentava nesse mês de Agosto estar como só meio acordada. A gente acumulava-se ao sol, deitava-se nos parques, banhava no lago (muitos sem usar fato de banho), nas esplanadas dos bares e restaurantes ou bem se dedicava a desfrutar em verbenas, rastros ou nos espectáculos de rua. Os abundantes turistas a passear por todas partes aumentavam a sensação de que esse no era o ser autêntico de Zurique. De ai a sensação de estar a levar uma impressão deformada da vida na cidade.

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sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Instantâneas de Zurique (1)




Zurique foi a última etapa da viagem. Dois dias magníficos com um tempo que por fim acompanhava. A cidade tem mais encanto do que prometia. O centro histórico, a ambos lados do rio convida ao passeio e ao lazer. Rio e lago são o orgulho da cidade, muito mais do que os monumentos: estão limpos (nos hotéis proporcionam garrafas de plástico vazias para que os hóspedes as encham com água da bilha) e aproveitados para o banho e a navegação de qualquer classe. Têm uns embarcadoiros de madeira amarrados às ribeiras onde é possível tomar o sol e banhar-se como numa praia. Estão munidos de vestiários e alugam fatos de banho e toalhas. Há barcos que fazem o percorrido turístico do rio e do cais do lago saem outros que se detêm em todas as povoações da sua costa. Também se pode alugar uma mota de água e até "pedaletas", que foi o que fizemos nós (não publicamos fotos disto por pudor).

Num restaurante, fomos atendidos por um galego de Baiona perto já da reforma que nos contou como vivia lá desde a década dos setenta. Ele disse-nos que depois de Tóquio e Nova Iorque, Zurique é a terceira cidade mais cara do planeta e que os soldos já não são assim tão bons como eram. O que pagava ele pelo aluguer dum minúsculo estúdio era realmente chocante. Pelo menos, estava seguro de que a pensão que há-de receber trás a sua reforma vai garantir-lhe uma vida mais que cómoda na Galiza.

Dos destaques de Zurique falamos na próxima entrada de Polvo à feira.

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