segunda-feira, fevereiro 13, 2006

As vítimas do terrorismo

Transcrevemos titular de El Mundo de hoje (não pomos enlace porque é de pago):

Irene Villa: «No estamos ante el fin de la violencia, sino ante el inicio del resurgir de ETA»
Irene Villa lleva más de 15 años con la responsabilidad de ser testimonio vivo de la brutalidad de ETA y representante de otras víctimas del terrorismo que no obtuvieron todo el cariño ni la atención que ella recibió. Este peso excesivo para una niña no sólo no la transformó en una mujer vengativa, sino que la convirtió en un derroche de generosidad. Esto no impide que, ahora, tras las expectativas generadas, exija Justicia y ni un paso atrás.


Também no mesmo jornal, edição de internet (este sim que leva enlace, que é gratis):

Las víctimas del terrorismo reunidas en Valencia rechazan cualquier negociación con ETA
VALENCIA.- Los participantes que han intervenido en la primera mesa redonda del III Congreso Internacional de Víctimas del Terrorismo han dicho 'no' a una posible negociación con ETA porque consideran que cualquier concesión a los terroristas supondría "justificar las muertes".


Devem o resto dos cidadãos e o Estado pôr os desejos de vingança e a lógica dor das vítimas e familiares por diante das arelas de paz? Podem uns sentimentos sequestrar o desejo de estabilidade de toda Espanha? Queremos que ETA abandone as armas ou encher os cárceres de gente a quem podamos depois negar o seu direito à redenção de penas? Não é contraditório que ocorra isto num estado onde se fez uma transição à democracia que não exigiu responsabilidades a dirigentes da ditadura? E já postos, não seria melhor que as pessoas integrantes das associações de vítimas desvinculassem as suas associações dos partidos políticos?

Só estou a perguntar...

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